A ventilação pulmonar é simplesmente o ato de respirar, ou seja, o movimento de ar para dentro e para fora dos , e depende de diferenças de pressão. Essas diferenças seguem a lei de Boyle: quando o volume de um espaço aumenta, a pressão do gás dentro dele diminui, e quando o volume diminui, a pressão aumenta. Na inspiração, o diafragma se contrai e desce em direção ao abdome, enquanto os músculos intercostais externos elevam as , ampliando a cavidade torácica; com mais espaço, a pressão dentro dos cai abaixo da atmosférica e o ar entra. A expiração em repouso é passiva: o diafragma e os intercostais relaxam e o tecido elástico do se retrai, empurrando o ar para fora. A respiração tranquila em repouso é chamada eupneia, enquanto a respiração forçada, durante o exercício, recruta músculos acessórios do e do abdome. A água que reveste os alvéolos cria tensão superficial que tende a colapsá-los, mas o surfactante pulmonar, secretado pelas células alveolares do tipo II, reduz essa tensão e impede o colapso. Os trabalham com diferentes volumes, como o volume corrente de cerca de 500 mililitros na respiração tranquila e o volume residual, que é o ar que permanece após uma expiração máxima e que evita o colapso dos alvéolos. A frequência respiratória é o número de ciclos por minuto, sendo de 12 a 18 em adultos e muito maior em bebês. Por fim, quem mais regula o ritmo da respiração, atuando sobre o bulbo e a ponte, não é o oxigênio, mas a concentração de dióxido de carbono no sangue.
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